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Respeito às leis, fiscalização e vontade política faltam ao trânsito de Ouro Fino

(Jornal da Cidade - Inserida em 19/03/2008 - (13h49)


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De quem é a responsabilidade de fiscalizar o trânsito?
 u Confira as perguntas encaminhas à Comissão Municipal de Trânsito.
  u Sobre a municipalização do trânsito
            
u Informações para integração do Município ao Sistema Nacional de Trânsito
                 
u CONFIRA A ENQUETE QUE A REPORTAGEM DO JORNAL DA CIDADE COLETOU COM CONDUTORES DE
                   VEÍCULOS E PEDESTRES:
                      
u Veículos automotores fabricados há mais de 15 anos representam 45% da frota do município
                           
u Baixa de Registro de Veículo
                               
u Transferência de veículo para outro Município do Estado ou de outro Estado para Minas Gerais, sendo o
                                mesmo proprietário

 

 
 

Sem regulamentação, a operação de carga e descarga é feita em local proibido e em qualquer horário

 
 

A moto estacionada fora do local estabelecido, ocupa a vaga de um veículo, enquanto o carro à sua frente estava parado em fila dupla

 
 

Mais um flagrante de estacionamento proibido, desta feita na Rua Guarda Mor Lustosa, onde casos como esse são constantes

 
 

Veículos parados em esquinas e em locais proibidos são constantemente flagrados em diversos pontos da cidade

 
 

O comandante da 137º Cia da Pm, Capitão Eduardo Dantas Rosa

Está ficando impossível circular pelo Centro de Ouro Fino e não ficar incomodado com as múltiplas cenas de desrespeito às leis de trânsito, a falta de vagas e de paciência dos condutores de veículos e de pedestres.
De acordo com dados da Secretaria de Estado da Fazenda - SEF MG, a Cidade tem cadastrado 8.565 veículos automotores, acredita-se que este número chegue à casa dos 10 mil, se contar que existe uma grande quantidade de veículos que circulam em Ouro Fino e são emplacados em outras localidades.
Entre os problemas encontrados pela reportagem estão as sinalizações inadequadas e colocadas em locais inapropriados, a falta de uma regularização para carga e descarga de mercadorias, um sistema de estacionamento, o cumprimento às leis de trânsito, fiscalização e principalmente vontade política para implantar as mudanças necessárias.
Além dos carros e caminhões, as motos também contribuem para o confuso trânsito de Ouro Fino, motoristas se queixam da imprudência e da velocidade empregada pelos motociclistas. De outra forma, eles também reclamam dos motoristas que muitas vezes não dão sinal de seta e não os respeitam no trânsito.
Os ciclistas por sua vez também contribuem para o caos. Muitas vezes eles trafegam na contramão de direção de ruas da Cidade, em outras, até nas calçadas. Talvez por desconhecer as leis de trânsito ou por achar que para bicicletas não há regulamentação de tráfego. Quem sabe?
A Polícia Militar já efetuou várias campanhas educativas de trânsito, com distribuição de cartilhas e orientações para os motoristas. Mas mesmo assim o resultado, ao que parece, não surtiu muito efeito. Talvez medidas mais severas sejam necessárias para harmonizar e por ordem ao trânsito de Ouro Fino.
 

De quem é a responsabilidade de fiscalizar o trânsito?


Um dos maiores problemas apontados através da enquete realizada pelo JC foi a fiscalização. Para esclarecer a questão, a reportagem do Jornal da Cidade encaminhou um ofício com perguntas à respeito do assunto (vide ao final da matéria) para o responsável pela Comissão Municipal de Trânsito, Benedito Mervi Colombo. Este, ao receber as perguntas disse já ter ouvido falar de um convênio de municipalização de trânsito, porém desconhece seu conteúdo e pediu que encaminhasse o ofício ao Comandante da 137ª Cia. da PM. Benedito, conhecido como Didi, também não quis responder às demais perguntas do ofício encamhinado pelo Jornal da Cidade.
A reportagem procurou pelo Comandante da PM de Ouro Fino, Cap. Eduardo Dantas Rosa, que nos recebeu prontamente e esclareceu importantes pontos sobre a fiscalização do trânsito na Cidade.
De acordo com o Capitão Dantas, o artigo 23 do Código de Trânsito Brasileiro - CTB, estabelece no inciso terceiro que, compete às Polícias Militares dos Estados e do Distrito Federal executar a fiscalização de trânsito, quando e conforme convênio firmado, com agente do órgão ou entidades executivos de trânsito ou executivos rodoviários, concomitantemente com os demais agentes credenciados.
Portanto, segundo ainda esclarecimentos do Capitão da PM, infere-se que a Polícia Militar somente poderá efetuar a fiscalização de trânsito mediante a celebração de convênio com os órgãos executivos de trânsito estadual ou municipal. Por outro lado, o policiamento ostensivo de trânsito é de competência exclusiva da Instituição, conforme definição inserta no anexo I do CTB, ou seja, é a "função exercida pelas Polícias Militares com o objetivo de prevenir e reprimir atos relacionados à segurança pública e de garantir obediência às normas relativas à segurança de trânsito, assegurando a livre circulação e evitando acidentes", além de outros dispositivos legais.
"Havia um convênio de cooperação técnica e operacional entre o Estado de Minas Gerais e os Municípios, cuja vigência expirou-se em 23 de Janeiro de 2004. Portanto, a partir dessa data, suspendeu-se a realização, no âmbito do Estado, da fiscalização de trânsito urbano no que se refere às competências dos municípios relativas à parada, circulação e estacionamento", esclarece o comandante Dantas.
Nota da Redação:
Pelo que podemos constatar, o convênio de trânsito existe e este precisa ser firmado com a PM. Além disso existe outras situações que deveriam ser resolvidas, como: a regulamentação para cargas e descargas, uma melhor sinalização de trânsito com a colocação correta das placas e uma regularização que visasse a rotatividade das vagas de estacionamentos na área central.
Portanto, constamos também que a falta de vontade política é outra questão levantada pela nossa reportagem a ser resolvida, para que o trânsito da Cidade possa fluir com respeito aos condutores de veículos, ciclistas e principalmente aos pedestres.
Ainda, não é a quantidade de veículos que transforma o trânsito de Ouro Fino em caótico e sim a falta do cumprimento das leis, uma fiscalização mais eficaz, mais educação e principalmente vontade dos governantes em promover mudanças, deixando de lado os interesses eleitoreiros.
 

Confira as perguntas encaminhas à Comissão Municipal de Trânsito.


1) Quem fiscaliza o trânsito de Ouro Fino?
2) Quantas pessoas trabalham para este fim? Em qual horário?
3) Porque a Prefeitura não faz o convênio com a PM para fiscalizar o trânsito da cidade?
4) O que o Senhor acha sobre o trânsito da cidade? Qual o maior problema?
5) A comissão tem algum projeto para mudança no trânsito? Qual? Quando será aplicado?
6) Existe alguma norma para carga e descarga na cidade? Qual?
 

Sobre a municipalização do trânsito


O Código de Trânsito Brasileiro, no melhor e mais equilibrado espírito federativo, prevê uma clara divisão de responsabilidades e uma sólida parceria entre órgãos federais, estaduais e municipais. Os municípios, em particular, tiveram sua esfera de competência substancialmente ampliada no tratamento das questões de trânsito. Aliás, nada mais justo se considerarmos que é nele que o cidadão efetivamente mora, trabalha e se movimenta, ali encontrando sua circunstância concreta e imediata de vida comunitária e expressão política.
Por isso, compete agora aos órgãos executivos municipais de trânsito exercer nada menos que vinte e uma atribuições. Uma vez preenchidos os requisitos para integração do município ao Sistema Nacional de Trânsito, ele assume a responsabilidade pelo planejamento, projeto, operação e a fiscalização, não apenas no perímetro urbano, mas também nas estradas municipais. A prefeitura passa a desempenhar tarefas de sinalização, fiscalização, aplicação de penalidades e educação de trânsito.

Fonte: Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN
 

Informações para integração do Município ao Sistema Nacional de Trânsito


Cap. Eduardo Dantas Rosa

Para os municípios se integrarem ao Sistema Nacional de Trânsito, exercendo plenamente suas competências, precisam criar um órgão municipal executivo de trânsito, previsto no artigo 8º, do CTB e Resolução nº 106/99-CONTRAN, com estrutura para desenvolver atividades de engenharia de tráfego, fiscalização de trânsito, educação de trânsito, controle e análise de estatística. Conforme o porte do município, poderá ser reestruturada uma secretaria já existente, criando uma divisão ou coordenação de trânsito, um departamento, uma autarquia, de acordo com as necessidades e interesse do prefeito.
O art. 16, do Código de Trânsito Brasileiro, prevê ainda que, junto a cada órgão de trânsito, deve funcionar a Junta Administrativa de Recursos de Infrações (JARI), órgão colegiado responsável pelo julgamento dos recursos interpostos contra penalidades impostas pelo órgão executivo de trânsito.
A Polícia Militar de Minas Gerais, inclusive com a sua representação nesta cidade de Ouro Fino e demais subordinadas a esta Companhia de Polícia, a qual é comandada por este subscritor, tem atuado no policiamento ostensivo de trânsito na esfera de sua competência prevenindo e reprimindo atos relacionados à segurança pública, garantindo a segurança no trânsito; supletivamente, tem atuado na esfera de competência do município, autuando as infrações de trânsito e adotando medidas coercitivas, conforme cada caso; a título de exemplo, foram aplicadas, somente nesta cidade, nos meses de janeiro e fevereiro, aproximadamente, R$ 15.000,00 e R$ 9.000,00, respectivamente, em multas de trânsito, de toda ordem, inclusive infrações de trânsito da esfera de competência municipal.
 

CONFIRA A ENQUETE QUE A REPORTAGEM DO JORNAL DA CIDADE COLETOU COM CONDUTORES DE VEÍCULOS E PEDESTRES:

 

Cibele Aparecida Balsaneli, 22 anos, do lar, motociclista.
“O maior problema é a imprudência. As pessoas não respeitam a sinalização e não dão seta”.

Carlos Miotto, 56 anos, comerciante, condutor de automóvel.
“Precisa mudar muito na área de estacionamento. Implantar a zona azul, porque os próprios comerciantes ocupam as vagas da rua e nós não temos como estacionar”.

Luiz Antônio Lopes, 39 anos, diretor de ensino do Centro de Formação de Condutores Vale do Sapucaí Ltda.
“O maior problema do trânsito na cidade é que está faltando uma adequação nas ruas, através de sinalização, fiscalização e conscientização, para que haja harmonia nas áreas de atrito, principalmente nas vias de maiores fluxos, na frente dos comércios, parada e estacionamento de veículos para infinitos fins. Hoje, o que o trânsito enfrenta de problema é um número enorme de veículos, para vias projetadas há muito tempo atrás e por isso, elas não condizem com o número de veículos”.

José Braga, 59 anos, taxista, condutor de automóvel.
“Os motoqueiros tem que respeitar o trânsito, não são todos, mas a grande maioria é imprudente. As ruas não são deles, eles tem que respeitar”.

Regina Guedes Costa, 34 anos, do lar, condutora de automóvel.
“Os motoristas dirigem bem. O número de veículos automotores cresceu junto com a cidade e os pedestres precisam se adaptar. Eles não esperam na calçada para atravessar, eles ficam no meio da rua e isso nos atrapalha. Sem contar nos pontos mais caóticos que são: a esquina da Perimetral com a rua Prefeito José Serra, a rua do Supermercado Alvorada e a esquina da Rua Treze de Maio com a Senador Júlio Brandão”.

Adilson Fernando Martins, 28 anos, vendedor, motociclista.
“Eu tenho moto e dirijo com responsabilidade, mas muitos motoqueiros são imprudentes, é difícil. Eu acho necessário implantar semáforo no cruzamento da Rua Treze de Maio com a Senador Júlio Brandão e na Perimetral com a rua Prefeito José Serra”.

Márcia Rossi Favilla, 50 anos, comerciante, condutora de automóvel.
“É uma bagunça geral, tinha que ter policiamento para o trânsito. Por exemplo: eu tenho uma farmácia e as pessoas estacionam na vaga de emergência para ir ao banco”.

Valkiria de Abreu, 14 anos, estudante, pedestre.
“Os motoristas não respeitam os pedestres, não dão seta. Estes dias eu quase fui atropelada. Eles não respeitam a faixa de pedestre, isso quando tem”.

Olivia Marinello de Freitas, 11 anos, estudante, pedestre.
“Embora a cidade seja pequena, precisa ter sinal de trânsito. Tem motorista que respeita e tem os que não respeitam os pedestres”.

 

Veículos automotores fabricados há mais de 15 anos representam 45% da frota do município
 

 

Um dos três pátios existentes na cidade que guardam os veículos apreendidos. Todos os pátios estão lotados aguardando uma solução

De acordo com o Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais - SEF/MG, em janeiro de 2008, a cidade contava com uma frota de 8.465 veículos automotores. Os veículos automotores que mais circulam em Ouro Fino são os automóveis, com cerca de 5.629 unidades; em segundo lugar, ficam as motocicletas, com 1.545; em terceiro, as camionetas, com 815; em quarto, os caminhões, com 403 e por último, os ônibus, com 73 unidades.
No município, a média é de 3,68 habitantes por veículo, entretanto, é desconhecido o número dos que circulam na cidade e são emplacados em outros municípios ou que são emplacados em Ouro Fino e circulam em outras cidades.
Segundo os dados da SEF, os veículos automotores que fazem parte da frota municipal que mais circulam, são os com fabricação anterior ao ano de 1992, cerca de 3.840, ou 45% da frota automobilística da cidade, enquanto os que foram fabricados em 2007 somam 393, ou seja, 4,64%.
Muito destes veículos já foram desmanchados e abandonados, sem que os proprietários tenham ido até a
 

Ao Contrário do Estado de São Paulo, em Minas carros fabricados há 20 anos, continuam pagando o IPVA

 

Delegacia de Trânsito para apresentação e vistoria do veículo a ser baixado, recorte do chassi e recolhimento das placas, portanto, os ex-proprietários continuam recebendo a cobrança da taxa do IPVA - Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores.
Caso o IPVA não seja pago, o proprietário ou ex-proprietário fica com o CDT - Certidão de Débito Tributário Positivo (devedor) - e por isso sofrerá restrições por parte do governo. Em 2007 a inadimplência ficou em torno de 15%. De acordo com a SEF, a meta de recolhimento da receita do IPVA para 2008 no município, gira em torno de R$ 2.267.705,44. Esta é partilhada entre o Estado e o município que ficam com 43,335% para cada um do total arrecadado, o restante 13,33% é destinado ao FUNDEB - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação. O dinheiro é destinado ao financiamento de recursos básicos como: saúde, educação, segurança, transporte entre outros.
De acordo com o Delegado Seccional de Polícia, João Eusébio Cruz, responsável pela Delegacia de Trânsito, os pátios da Delegacia estão lotados de veículos automotores apreendidos. Ainda, segundo Eusébio, os leilões estão suspensos, por falta de regulamentação legal do Estado de Minas Gerais. "A maioria dos automotores que são leiloados como sucata estão voltando para o tráfego, enquanto o único tipo de aproveitamento, deveria ser a utilização de peças em desmanches. Outro caso preocupante é a existência na zona rural de um grande número de motos sem documentação legal", disse o delegado. Para evitar problemas futuros, ele orienta que as pessoas que se interessarem em adquirir um veículo automotor, devem se dirigir até a Delegacia de Trânsito, para fazer uma análise sobre a procedência do mesmo, sem custos.
Para fazer a transferência do veículo para Ouro Fino, basta dirigir-se até o guichê da Delegacia Trânsito ou até um despachante de confiança com toda a documentação necessária e pagar uma taxa de R$ 88,80. Os documentos necessários seguem no quadro abaixo e o processo de transferência leva cerca de 1 dia.
 

Baixa de Registro de Veículo


Se um veículo sai de circulação por ser irrecuperável após um acidente, sinistrado com laudo de perda total, vendido ou leiloado como sucata ou completamente desmontado, é preciso dar baixa no seu registro no sistema do Detran/MG - Departamento de Trânsito de Minas Gerais.
O proprietário tem até 15 dias para efetuar a baixa.
Taxa: Vistoria Móvel - R$88,80
Baixa de Veículo - R$43,49

Documentos necessários: Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo (CRLV); Certificado de Registro de Veículo (CRV); Ficha de Cadastro devidamente preenchida e assinada pelo proprietário do veículo (disponível no sítio do Detrannet: https://wwws.detrannet.mg.gov.br/detran/detran.htm); Documento de Arrecadação Estadual (DAE) devidamente quitado (disponível no site do Detrannet ou nas Unidades de Trânsito); Boletim de ocorrência policial autenticado ou declaração do proprietário, com firma reconhecida em cartório, informando o motivo da baixa. Apresentação do veículo a ser baixado, para vistoria, recorte do chassi e recolhimento das placas.
Pessoa física: Original e cópia da carteira de identidade; Original e cópia do CPF; Procuração autenticada em cartório e com firma reconhecida caso o serviço seja solicitado por um representante legal.
Pessoa jurídica: Original e cópia do cartão do CNPJ; Procuração autenticada em cartório e com firma reconhecida caso o serviço seja solicitado por um representante legal. Veículo táxi ou transporte escolar: Carta de autorização de circulação da BHTRANS ou do Departamento de Estrada e Rodagem (DER). Veículos com alienação fiduciária ou reserva de domínio: Autorização do credor.
 

Transferência de veículo para outro Município do Estado ou de outro Estado para Minas Gerais, sendo o mesmo proprietário


Quando o proprietário de um veículo se muda de um município para outro, dentro do Estado ou se muda para Minas Gerais, vindo de outro Estado, ele deve providenciar a alteração do endereço no cadastro de seu veículo, com emissão de novo Certificado de Registro de Veículo (CRV) e Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) .
Taxa: Alteração de Dados - R$88,80

Documentos necessários: Apresentação do veículo para vistoria; Certificado de Registro de Veículo (CRV); Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo (CRLV); Ficha de Cadastro devidamente preenchida e assinada pelo proprietário do veículo (disponível no sítio do Detrannet); Documento de Arrecadação Estadual (DAE alteração de dados) devidamente quitado (disponível no sítio do Detrannet), Bancos credenciados ou nas unidades de trânsito); Nota fiscal da tarjeta. Pessoa física: Original e cópia da carteira de identidade; Original e cópia do CPF; Procuração autenticada em cartório e com firma reconhecida caso o serviço seja solicitado por um representante legal. Pessoa jurídica: Original e cópia do cartão do CNPJ; Procuração autenticada em cartório e com firma reconhecida caso o serviço seja solicitado por um representante legal.
 

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