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Com início das festividades religiosas os comerciantes, proprietários de
bares, restaurantes, lanchonetes, comilões e similares estão preocupados com
a queda das vendas que sempre acontece neste período.
Eles reclamam que geralmente nesta temporada de festas, que se inicia em
abril e perdura até agosto, o movimento em seus estabelecimentos chega a
cair na ordem de 50% ou até mais. Com o baixo movimento de clientes o
faturamento de seus estabelecimentos também é seriamente afetado.
A questão levantada pela maioria desses comerciantes é quanto à quantidade
de dias de duração de determinadas festas. No caso da próxima festa
religiosa, a programação divulgada, irá consumir quatro finais de semana.
Eles reclamam que nos melhores dias da semana para os seus comércios -
quinta, sexta, sábado e domingo -, quando o movimento melhora os clientes
estarão voltados para a programação das festas gerando a evasão da
clientela e com isso a queda no faturamento.
Os comerciantes reclamam principalmente que para eles abrirem suas portas há
uma série de exigências e impostos (IPTU, alvará, INSS, ISS) que eles tem de
pagar mensalmente, além das contas de energia, empregados, água entre outras
obrigatoriedades mensais que não tem jeito de fugir. Por sua vez os
empregados também reclamam deste período em virtude da diminuição das
gorjetas, tendo assim seus rendimentos também reduzidos.
Segundo os comerciantes, há reclamação não é contra as festividades, que
antigamente era feita em duas semanas e sim com está sendo feito este ano
que é praticamente um mês de festa.
Os comerciantes pedem providências de suas entidades representativas e da
prefeitura.
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